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Mostrando postagens de Julho, 2005

A promiscuidade e as questões da prática teológica na inserção dos grupos marginalizados.

Não é uma questão simples, e tem-se, de fato, um problema, enquanto teologia em sua ação prática, na abordagem de um pensamento cristão, aos meios que se fazem à margem. O discurso evangélico, aquele que nos diz do Cristo, enquanto cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, é um discurso cultural inclusivo. O Cristo é o que faz, radicalmente, a opção por aqueles que vivem como pecadores e com eles se mistura. Pensar na radicalidade do Cristo é questionar, até que ponto, ele manteve comunhão com grupos excluídos por terem um comportamento, dito, minoria na cultura judaica. Isso, pelo fato, desta comunhão trazer esse mesmo Cristo, que é o próprio Deus, totalmente mergulhado com as questões, que para muitos, era o escândalo mais indigno que alguém poderia ter sobre si mesmo.

A teologia institucionalizada, fechada e conservadora, resolveu esse problema, trazendo um falseamento na ideologia final, à própria teleologia kerigmática da Revelação. Eles disseram que Cristo viveu tudo, profunda…
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