Direitos civis gays não devem entrar na pauta de José Sarney, novo presidente do Senado

O começo de fevereiro promete diversas mudanças na política brasileira, tanto no Senado quanto na Câmara. A primeira mudança de presidência ocorreu nesta segunda, 2, quando o peemedebista José Sarney (foto) foi eleito com 49 votos para presidir o Senado.

Para a comunidade gay, a transição não deve trazer mudanças significativas no que se refere a direitos civis. De acordo com o jornal "Folha de São Paulo", Sarney faz parte da ala que não julga importante uma lei que garanta à pessoas do mesmo sexo o direito de casarem-se. Para o político, os LGBTs já contam com leis que garantem "o direito do companheiro", assim como a adoção de crianças.


A "Folha de São Paulo" aborda ainda a maneira como direitos das minorias sexuais são vistas por aqueles que estão na corrida à presidência da Câmara. Com perspectivas parecidas, alguns candidatos procuram não se comprometer com os temas relativos aos homossexuais. O deputado Ciro Nogueira (PP-PI), por exemplo, acredita que essa discussão "deve ser enfrentada pelos legisladores.

Já outro candidato, Aldo Rebelo (PC do B-SP), afirma que "a lei deve proteger os direitos dos cidadãos, independentemente de sua orientação sexual".

Fonte: Mix Brasil

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