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segunda-feira, maio 23, 2011

Bolsonaro: “A MINORIA TEM QUE SE CURVAR!”

Militar da reserva e deputado em seu sexto mandato, ele fala de suas posições sobre homossexualidade para O TEMPO e alimenta ainda mais as polêmicas que ocupam o Congresso. Na sua avaliação, os gays estão lutando por privilégios, e os heterossexuais sofrem discriminação.

 

Entrevista com Jair Bolsonaro - Deputado Federal pelo PP    

Publicado no Jornal OTEMPO em 23/05/2011

BOL

 

Deputado Jair Bolsonaro, o sr. tem se destacado nacionalmente por combater o movimento gay. Por que o envolvimento com essa causa?

Eu entrei nessa briga no dia 23 de novembro do ano passado. Sem querer, passando no corredor das comissões aqui da Câmara, eu vi uma reunião de pessoas esquisitas - que não usavam o traje normal aqui dentro: paletó e gravata, mas umas fantasias coloridas, bandeiras LGBT - aí eu perguntei para um assessor da Câmara "vai ter uma passeata do orgulho gay?". E ele me respondeu que eles estavam lançando o que eu passei a chamar de Kit Gay, um material, que eles chamam de didático, para combater a homofobia, mas que, na verdade, atingindo um público de primeiro grau, estimula o homossexualismo. Então, eu comecei por aí. E, no bojo desse Kit Gay, veio o Plano Nacional de Promoção da Cidadania LGBT, que traz propostas absurdas, inclusive, uma delas mostra que eu tenho razão: que esse material, o livro didático com a temática da diversidade sexual, é para um público infanto-juvenil, sendo infanto até 10 anos de idade.    

Mas o MEC argumenta que o material não seria destinado a crianças.

Não adianta me chamar de mentiroso. Esses esquerdiopatas, esses fundamentalistas homossexuais que não têm argumento, falam que eu sou um pit bull, mas que, na verdade, tem uma Lassie dentro de mim, que eu tenho que sair do armário, consultar um analista. Se você reage, eles dizem que isso é normal, se você fica quieto, está do lado deles. Então, não tem conversa entre nós. Eu não tenho uma linguagem bonita, por ser parlamentar a minha formação é essa. Mas tenho uma linguagem pesada que o povo entende. E a gente está tendo uma aceitação muito grande no tocante a isso aí. Ontem começou a bancada evangélica a se movimentar, trouxeram o ministro da Educação, Fernando Haddad, para explicar o Kit Gay. E ele falou que não sabia de nada, deu uma de Lula, disse que não sabia de nada. Olha só, que irresponsabilidade: não sabia de um material que foi licitado em novembro do ano passado, conforme as notas taquigráficas que eu tenho aqui da Câmara.    

Deputado, o sr. acha que há alguma espécie de plano oculto para tornar as pessoas homossexuais?

Eu vejo como um projeto de governo, pelo poder, e há também um interesse externo nisso. Por que projeto de governo? Quanto mais gente ignorante no nosso país, melhor para quem está no governo. A molecada, ao invés de se preocupar com matemática, português, física, etc., vai perder tempo discutindo homossexualismo, estudando livros que mostram que dois homens namorando é normal, duas mulheres dormindo juntas é normal. Isso aí ajuda a deseducar, a deixar o cara mais burro. Então, o que acontece: quanto mais ignorante estiver o nosso país, vivendo de projetos assistencialistas como o bolsa-família, mais fácil desse pessoal se perpetuar no poder. Quanto ao interesse externo, você hoje em dia não fabrica aqui no Brasil uma calculadora, você não fabrica nada aqui. Não temos tecnologia. Então, quanto mais imbecis houver aqui, mais nós continuaremos exportando um navio de minério de ferro para comprar uma canoa com chapa de aço dos estrangeiros.    

Nesse sentido, então, o Supremo errou ao reconhecer aos casais homossexuais os mesmos direitos que se aplicam à união estável entre pessoas de sexo diferente?

Primeiro que o STF tem que decidir em cima de leis. Já entrei no passado com um mandato de injunção na Corte e foi batido o martelo dizendo que o Executivo tinha que regulamentar, o Supremo não mandou pagar pensão integral para viúvas de militares ou servidores civis, ele deu um prazo para o Executivo regulamentar. Podia aqui o Supremo - seria menos grave - dizer que nós do Congresso teríamos que votar para decidir a questão do casamento gay. Estamos organizando aqui um plebiscito, mas o grupo LGBT não quer uma consulta popular, porque, por exemplo, no Peru, o casamento entre homossexuais teve um rejeição de 80%. Eu tenho certeza que, no Brasil, ficaria próximo disso. Se fosse a voto a adoção de filhos por homossexuais, tenho certeza que 90% do país seria contrário. E nós temos de legislar para a maioria, e não para a minoria. A minoria tem de se curvar, obedecer, e ponto final.    

Outro projeto que pode ser votado pelo Congresso é aquele que criminaliza a homofobia. O sr. vai trabalhar contra?

Esse projeto é um crime, nem vou entrar para o lado do que os pastores falam, no tocante à pregação. Vou pintar um quadro hipotético aqui: está um de nós com a sua esposa e um casal de filhos de seis, sete anos no restaurante. Daí dois homens, você olha e vê que são homens, de repente começam a trocar carícias. Então, você levanta e troca de mesa para que seus filhos não vejam aquilo. Aí eles levantam e dão um grito: homofobia! Você e a sua esposa começam com três anos de cadeia. Quer ver outro exemplo? Uma dona de casa tem uma empregada doméstica, tenho que tomar cuidado com o termo para as pessoas não dizerem que eu estou discriminando: "ela é a secretária do lar". É tipo a questão do homossexualismo: o cara é bicha, é veado, qual o problema? No meu tempo era bicha, não tem diferença, não estou ofendendo o cara. Ele não participa de passeata do orgulho gay? Você chama de veado e o cara quer te processar... Mas voltando à empregada doméstica. De repente a patroa fala para o marido: temos que mandar a dona Maria embora porque ela está quebrando muito prato, ou então não vamos conseguir pagar mais. Imagina que, porventura, essa empregada seja homossexual, ela vai na delegacia e diz que foi mandada embora porque a patroa percebeu que ela era lésbica e resolveu mandar embora por causa disso. Essa dona de casa também começa com três anos de cadeia. E é a patroa que terá de provar que não mandou embora a empregada por causa do homossexualismo. Isso é o fim do mundo. Não tem a mínima chance de ser aprovado no Senado.    

Mas não foi aprovado na Câmara também contra as previsões?

A passagem do projeto aqui na Câmara foi uma fraude. Publicada a ordem do dia em uma quinta-feira de 2006, não havia aquela matéria. Então, uma deputada entrou com requerimento de urgência - já à noite, acabando tudo, meia-dúzia no plenário. Quem presidia a mesa já estava acertado com ela, aceitou o requerimento, fez uma votação simbólica, e, ato contínuo, foi colocado em votação. Em dez segundos, o projeto foi aprovado e você não pode fazer mais nada. Foi um crime o que foi feito aqui. Não houve discussão. Ele não passaria na Câmara e agora está no Senado. Foi uma maneira suja de fazer aprovar um projeto aqui por parte de sujos que são esses grupos de homossexuais que estão aqui dentro da Câmara.    

Alguns deputados alegam que o projeto que criminaliza a homofobia também se choca com a liberdade de expressão.

Uma das propostas dos homossexuais fala sobre controle social junto às redes de TV, com proibição de piadas LGBT. Se você quiser contar a piada do veadinho, não pode mais. Se o Costinha estivesse vivo, estaria desempregado. O que os gays estão querendo não é ter os mesmos direitos, eles querem privilégios. Quer dizer que pode contar piada de gordo, de careca, mas não pode de veado?    

Deputado, o sr. acha que está se formando no país algum tipo de preconceito contra heterossexuais?

Eu já falei aqui que o heterossexual está sendo discriminado. Esse pessoal gay prega que o verdadeiro orgasmo só é atingido por quem faz sexo anal. É essa a mensagem que eles estão pregando aqui dentro da Câmara. Você vai falar que não, aí eles perguntam: você já experimentou? É brincadeira. É como se nós, que não fazemos isso, estivéssemos perdendo alguma coisa. Agora, o grande crime, repito, o grande crime, o grande mal é atocaiar, emboscar a criançada na escola, a molecada que ainda está desmamando... Isso é um crime, e nós temos de impedir.    

O sr. não acha que essa postura combativa acaba ajudando o movimento gay? Porque, pelo menos aqui dentro do Congresso, o debate ganhou mais força depois que o sr. começou a aparecer na mídia...

De jeito nenhum. O ministro da Educação, por exemplo, falou que não vai distribuir o Kit Gay por enquanto, e fechou um compromisso com a bancada evangélica para que todos nós recebamos o Kit Gay antes de ele mandar licitar o que não foi licitado ainda, ou mandar distribuir. Palavra dele, que eu não acredito, até porque ele só faz trapalhada. Conseguimos segurar isso daí. Mas não adianta, porque os homossexuais não vão ganhar força com passeata, com audiência pública, não vão ganhar nada com isso aí. O Jean Willys (deputado federal pelo PSOL-RJ) não conseguiu nem as 171 assinaturas para apresentar a Proposta de Emenda à Constituição para instituir o casamento homossexual. Não conseguiu nem vai conseguir.    

Há mais parlamentares aqui no Congresso que aparecem publicamente para defender os direitos dos homossexuais do que para falar contra. O sr. acha que a sua atitude vocaliza o sentimento de uma maioria que, em geral, fica calada?

O que eu tenho falado, e eu sempre esculacho, nenhum deputado ocupa a tribuna para me recriminar. Você não pega um deputado dizendo: quero criticar o Bolsonaro. A maioria dos parlamentares está com a gente, e, dos que assinaram a frente parlamentar em defesa dos homossexuais, acredito que a maioria assinou sem ler. Todos concordam com as coisas que eu digo, mas poucos têm coragem de assumir.    

Recentemente, o governo do Rio de Janeiro autorizou militares a participarem de passeatas gay utilizando a farda...

O Sérgio Cabral (governador do Rio) é um fanfarrão. Ele brinca com uma corporação em que, em média, doze homens morrem por mês, ou em serviço, ou fazendo um bico, porque ganham pouco. É um crime o que ele faz... Até corre na internet aqui um brasão do 24 B gay, embaixo escrito: o batalhão do Sérgio Cabral. Ele autorizou os gays a comparecerem fardados e com viaturas. E eu nem entro na questão de gastar dinheiro público, gasolina, com esses movimentos promíscuos, porque ninguém tem orgulho de ter um filho gay, um irmão gay, um pai gay. Então, é um deboche que ele faz com esses bravos homens, que morrem doze por mês, ao enfrentarem bandidos com fuzis.    

Para finalizar esse assunto, deputado, como devem então ser tratados os homossexuais? Imagina que você tem um garoto muito jovem, de cinco ou seis anos, e ele começa a quebrar vidraça do vizinho, a xingar você, a cuspir no prato, não comer. Se não tem jeito de, na conversa, mudar, você tem de dar um coro nele. E muitos concordam com isso. Se eu posso mudar um comportamento agressivo num filho meu, por que eu não posso mudar um comportamento extremamente delicado, fora do padrão para um garoto? Lógico que eu posso. Eu tenho o direito, mais que o direito, eu tenho o dever de tentar. Se eu percebesse isso aí em qualquer filho meu, tinha apanhado pode ter certeza disso aí. "Isso é coisa de menina, vai ser homem, moleque!" Muita gente fala que levou porrada do pai e, graças a isso, é homem hoje em dia.    

O sr. Também foi acusado de racismo recentemente por causa de uma resposta que deu em um programa de televisão.

Isso praticamente já não existe mais dentro da Câmara. Naquela entrevista, quando eu vi a imagem da Preta Gil, eu já engatilhei uma resposta para ela, tendo em vista a vida promíscua que ela leva. E não tenho de provar nada, porque está na internet que ela participa de suruba. Eu entendi a palavra gay, não negra. Tanto é que eu desafio qualquer um a entrar com uma ação no Ministério Público para me prender, porque o crime de racismo é inafiançável e eu, deputado, não tenho imunidade para isso.    

A Preta Gil disse aqui na Câmara que vai lutar para o sr. não se reeleger.

Eu ficaria preocupado é se a Preta Gil fosse no Rio e falasse: vote no Bolsonaro, que ele é um cara legal. Daí eu teria que trabalhar igual a um desgraçado para ser reeleito. Obrigado à Preta Gil. Podemos até discutir, se ela estiver desempregada, trabalhar para a minha campanha no Rio de Janeiro me criticando, eu até arranjaria uma graninha para ela, uns R$ 600 por mês, que é o que ela merece.    

Eu tenho ouvido recorrentemente a frase "Bolsonaro presidente". O sr. não planeja voos mais altos?

É muito difícil você ser presidente, governador e prefeito no nosso país. O contato com o Legislativo é complicado. Além disso, no Rio de Janeiro, por exemplo, você tem uma dezena de hospitais públicos. Quando um cara morre no hospital, o pessoal arrebenta contigo. Ninguém vê que, na mesma noite, centenas de pessoas foram bem tratadas. O pessoal bate exatamente em cima daquilo. Eu não entendo como o cara, quando ganha uma prefeitura, uma governadoria, ele comemora. Ele tinha é que chorar. É tanto problema, nós não temos como dar vazão, por mais honesto que seja um prefeito, não atende, não consegue dar vazão à demanda. Eu tenho pena de prefeito honesto, porque não tem como resolver os problemas todos.    

Deputado, ideologicamente o sr. se posiciona como de direita... O que significa isso?

Direita não, extrema direita, que é rotulada aqui no Brasil como a pessoa que defende a pena de morte, que defende o planejamento familiar, que é contra a indústria da demarcação de terras indígenas, que defende o endurecimento das penas. Muitas vezes, o Brasil quer imitar os países do primeiro mundo apenas no que interessa para nós. Temos de imitar em muitas coisas, na redução da maioridade penal. Presídio para valer não tem que ter visita íntima, onde a mulher passa tudo para o preso, escondido nos mais variados locais. Eu acho que os presídios no Brasil são excepcionais, são muito bons. Você faz muita força para entrar lá, é um lugar democrático, ninguém está lá de graça. Situação pior do que a dos que estão lá dentro é a da viúva que teve o marido morto aqui fora. Muitos dos que estão lá dentro, a família recebe no mínimo R$ 800 por mês a titulo de auxílio reclusão. E a viúva com três, quatro filhos não tem nada. E os Direitos Humanos vão atender exatamente o criminoso. Tanto que eles conseguiram. O presidiário, cuja pena não transitou em julgado, pode até votar. Então você imagina para quem essas pessoas votam. Para nós, os políticos, vale a lei da Ficha-Limpa, mas para o eleitor não vale.    

O Congresso está discutindo atualmente a Reforma Política. Para o sr., quais mudanças são necessárias?

A minha proposta eu não apresento porque a minha Reforma Política não é o candidato, é o eleitor. Se você tem a massa estragada, por melhor padeiro que você seja, não vai sair um bom pão. E a massa estragada é o eleitor. Aí vão dizer: esse cara não quer voto. Eu não quero voto de imbecil mesmo. O que acontece com o eleitor? A partir do momento em que grande parte da sociedade, quando vê um jornal pela frente acha que serve para substituir papel higiênico, você quer que ela tenha poder para decidir o quê? Então, a minha reforma seria do eleitor: só vota quem tiver o segundo grau completo e algum ganho, qualquer, como autônomo, funcionário público, aposentado, seja o que for. Daí, para você votar em mim, eu vou fazer com que, perto de onde você mora, tenha uma escola, para você concluir o segundo grau. E levarei um emprego para lá, para você ter renda, e poder votar em mim. E não o contrário, onde eu fico prometendo para um monte de imbecil que o problema do Brasil é educação, é saúde, é falta de trabalho, e vote em mim porque eu vou lutar por isso. Você não vai lutar nada. A reforma é o eleitor: quem não presta no Brasil é 70% do eleitorado. Se nós aprovássemos, por exemplo, o voto facultativo, a parcela esclarecida não iria votar. Quem iria às urnas é o pessoal do bolsa-família, os cotistas enganados, o MST. Aí seria fácil para o PT aprovar uma previdência única, o desarmamento - porque não existe ditadura sem ser precedida por desarmamento da população - aprovar imposto de renda progressivo e a taxação de grandes fortunas. Eles aprovariam também uma reforma agrária ampla, geral e irrestrita, e a cúpula do PT viveria como vive o Fidel Castro, usando agasalho da nike e criticando os americanos.

3 comentários:

  1. amigos, vi o blog e o percebi cheio de vida e de fato numa perspectiva inclusiva: penso que a homofobia e o racismos são crimes contra a solidariedade o amor; além de serem crimes constitucionais.
    No meu blog es crevi numa postagem: carta aum pai homofóbico...e embora não revelasse identidade era vindo de umatendimento psiquiátrico real. Minha alegria foi grande pelo número de pessoas que se sentiram livres para amarem seus filhos.
    Parabéns pelo trabalho; meu carinho eminha admiração.
    penso que o Cristo só era odiofóbico... ele é o amor ilimitado, ternamente; jorge bichuetti
    Do blog Utopia Ativa
    www.jorgebichuetti.blogspot.com

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  2. Não entendi o comentário acima está fora do contexto da entrevista.
    Bolsonaro erra feio quando acredita que pode revolver o homossexual com peia e quando se considera extrema direita mesmo dizendo que é aqui no Brasil. O Brasil não é parâmetro para nada e homossexual é genético. Com disciplina se faz um bom homossexual e tudo que presta. No mais ele acerta em tudo - ele poderia ser perfeito se aceitasse a ciência neste caso.
    Ele seria um grande presidente de um país de merdas.
    Osvaldo Aires

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  3. Me deu muita vontade de vomitar ao ler os comentários do Jair Bolsonaro!! Quanto preconceito!!
    Ele fala que as pessoas se preocupam mais com a homossexualidade do que com os estudos e que estamos "recrutando" pessoas abertamente e secretamente, quanta besteira!
    Eu to estudando pra ******* para passar no vestibular, AMO matemática e física, sou meio nerd :) e adoro ciência da computação. Mas o jeito que o Bolsonaro comenta a respeito disso parece até que não estudamos e não somos inteligentes. Dá a ideia de que estamos em guerra (heteros X homossexuais). Depois ele fala que não perdería tempo com isso, que mentiroso! Então porque ele fica dando entrevista sobre escolhas sexuais?
    O único jeito de superar a homofobia é não haver diferenças no trato entra as pessoas, seja qual for sua preferência.

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