Berlim: Hotel gay e turismo


No bairro de Schöneberg, coração gay da capital alemã, a cadeia de hotéis Axel abriu sua nova unidade especializada no público homossexual. Especializada sim, exclusiva não: o grupo define sua atividade como "heterofriendly", ou seja, todo mundo é bem-vindo.

O Axel Hotel de Berlim é três estrelas, mas se veste com classe, de preto e dourado, seguindo os traços sofisticados do arquiteto Íñigo Hernández Tofé. São 86 quartos, todos dotados de camas de casal, TVs de plasma e internet wi-fi.

Aos cinco andares de aposentos, soma-se uma extensa área comum. No spa, além de sauna, zona de relaxamento e massagens, a jacuzzi ao ar livre oferece uma magnífica vista da cidade. Outro local de onde se pode apreciar Berlim é o Sky Bar by Axel, lounge no último andar que oferece espaço ao ar-livre para desfrutar um drinque.

A atmosfera do Axel Berlim combina com o clima hedonista de Schöneberg, que é repleto de bares, restaurantes, livrarias, cinemas e lojas estilosas. A fama do bairro não é nova. Nos anos 20, ele já era cenário da vanguarda berlinense, servindo de inspiração para o musical Cabaret.

A inauguração desta terça-feira vem de carona no sucesso das outras duas casas da rede, em Barcelona e Buenos Aires. A cosmopolita unidade argentina já é velha conhecida do público gay brasileiro - 45% dos frequentadores do hotel de San Telmo são daqui.

A rede se valeu do poder aquisitivo da clientela GLS na hora de fechar a tabela de preços. No novo hotel, uma noite no quarto mais barato não sai por menos de 80 euros por pessoa. Já na suíte mais cara chega a 210 euros. O café da manhã, não incluído, custa a partir de 48 euros.

Fonte:
Terra

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