Silas Malafaia e a psicologia



Silas Lima Malafaia é registrado como psicólogo profissional sob o nº: 24.867CRP/RJ. Ou seja, o Conselho Regional de Psicologia do Estado do Rio de Janeiro, bem como, o Conselho Federal de Psicologia reconhecem-no como PROFISSIONAL NA ÁREA DE SAÚDE MENTAL E COMPORTAMENTAL.

Silas, desde muito, em seus discursos televisivos, é uma pessoa que se orgulha pela diplomação de bacharel em psicologia. Não é um orgulho normal, afinal, no meio em que cresceu as pessoas não davam o menor valor às ciências ou aos estudos, até mesmo, muitas vezes, ter um diploma era sinal de falta de fé ou ameaça às Escrituras. Tudo isso, como busca de uma expressão pessoal, individualista da experiência direta com Deus. Assim, mesmo que as Assembleias de Deus possam ter os cursos teológicos e, até mesmo, editoras e livros na área, os jovens seminaristas sofriam e sofrem o desestímulo por pleitearem alguma diplomação pessoal. Como nas palavras abaixo, de um pentecostal, falando sobre si e a teologia:

“Ser pentecostal pode ser bem complicado, às vezes... Caso você queira fazer teologia, possivelmente encontrará algumas objeções pelo caminho. Ainda hoje muitos imaginam o saber teológico como sendo algo contrário a uma vida de comunhão e poder espirituais...”

Moisés Bezerril, professor no Seminário Presbiteriano do Norte em Recife; Mestre em Teologia
Sistemática pelo Centro de Pós Graduação A. Jumper (SP) e Ministro Presbiteriano. No artigo: Dons extraordinários, em que fala dos pentecostais, afirmou:

Quero inicialmente dizer que os pentecostais não são famosos por teologia; a formulação teológica nunca foi o “forte” do pentecostalismo. Desde os seus primórdios, eles gostam de dizer ao mundo que não gostam muito de teologia. Porém, hoje já se vê pentecostais que estudam, têm seminários, mas o início da história do pentecostalismo não é com raciocínio teológico, ao contrário, é com a “experiência” que vão dar sempre a formulação teológica. Dessa forma, não podemos procurar estudo substancial sobre este assunto na tradição pentecostal, pois não há profundidade. Consultei um comentário de seis autores de várias linhas teológicas sobre a questão do que significa que é “perfeito” em 1 Co.13 e o exame mais fraco do texto, o argumento mais fraco, é o pentecostal, é a análise pentecostal.

Assim, no meio de tantas pessoas sem formação alguma, sem um diferencial, Silas buscou na psicologia, no bacharelado, um “plus”, algo que o colocasse em evidência, até mesmo, uma vez que seu sogro o considerava medíocre, indigno, de sua filha. Fato esse constatado em diversas pregações do próprio Silas, citando, com certa mágoa e revanchismo a figura do pai de sua esposa.

Ora, Silas contornou o problema da diplomação e falta de fé, aliando o carisma ao título. E como no meio em que ele cresceu, e se fez, não são as ciências o fio condutor da sabedoria e, sim, a experiência, logo, nosso personagem conseguiu fazer valer seu diploma, como um diferencial.

Numa retórica agressiva, desprovida dos argumentos científicos, mas carismática, sensacionalista e balizada pelo argumento de autoridade, mesmo que abandonando o pensamento acadêmico, ele referendou a bíblia (de forma não científica), como se a própria ciência legitimasse as Escrituras. E como ele não estava contrário à experiência pentecostal, seu diploma foi aceito como esse “plus”, muito embora sua opinião não tenha nada de academia, desde a época que o mesmo saiu da faculdade.

Na verdade, Malafaia se encontra num processo psíquico de reforço positivo e, tão somente por isso, ele mantém sua inscrição no conselho, afinal, embora seja psicólogo clínico, não clinica! Não sobrevive disso, não exerce a função. Mas, tem tal situação como seu troféu pessoal, naquele diferencial, início de tudo, do seu revanchismo contra seu sogro, que sustentou sua coroação, dentro das Assembleias de Deus, como um homem sábio.

Ah Freud, sempre Freud! Mas, dessa vez, Alfred Adler Explica: complexo de inferioridade! Vejamos: Silas tem mania de grandeza, ele sempre fala de números, multidões, e destaque, ao se referir sobre a Parada do Orgulho Gay ele disse: “ela só levou 500 mil às ruas, enquanto a Marcha pra Jesus levou 2 milhões.”. Ao mesmo tempo em que, de forma sôfrega, demasiada, engrandecia os jornais de grande circulação nacional que deram destaque ao evento. Ele tentou combater, com um argumento desesperado, reflexo de seu complexo inferior, os 4 milhões e meio de pessoas que foram às ruas de São Paulo, mesmo com chuva, celebrar o orgulho gay! Desdenhou, como se aquilo que ele falasse fosse à máxima da verdade, algo que, para si mesmo, serve como justificativa, ainda que mentira, falácia, para confortar sua expectativa de grandeza.



Sobre a manifestação em Brasília, essa última de 2011, ele disse: “levamos 80 mil pra frente do Congresso, enquanto os homossexuais um grupo efêmero, nós somos muito maiores do que eles!”. Fora a mania de poder, riqueza, luxo: Avião que custou uma bagatela de 12 milhões de dólares, limusine alugada por 7 mil reais o dia, para desfilar durante 5 dias na Bahia.

Bem, mas o que Adler expõe mesmo? O desejo de poder é fundado no complexo de inferioridade, como meio de superação do mesmo, numa personalidade idealizada, mas não real, que o indivíduo faz de si mesmo, inclusive como afirmação de masculinidade, ou seja, o desejo de poder que é agravado pela necessidade de superar o "Complexo de Inferioridade" ou de afirmar a masculinidade.

Assim, é um estado neurótico do indivíduo, que tem por fundamento o sentimento de insuficiência ou incapacidade para enfrentar a vida e os seus problemas, provocado por sintomas reias ou imaginários; defeito físico, situação financeira constrangedora, ou algum fracasso recordado, não superado, não vencido internamente. O neurótico procura compensar a sua insuficiência real ou imaginária, seja pela tentativa de sobressair numa atividade física, artística ou cultural/intelectual, o que constitui uma reação positiva, seja procurando ultrapassar o seu sentimento de inferioridade agindo, consciente ou inconscientemente, com cautela, calculismo e arrogância, a fim de apresentar aos outros uma personalidade que não possui.

Sobre o Silas esse sentimento ainda é verificável, ou seja, questões internas que ainda não foram solucionadas, questões que ele ainda sente que deve percorrer o que torna o seu ideal tanto mais dominador e proporcionalmente voltado às questões de grandiosidade, tendo em conta que a identificação de si mesmo faz-se pelo olhar do outro, seu público e a quem ele deseja provar vitória! Aliás o próprio nome de sua igreja é VITÓRIA em cristo. O nome de seu programa de TV, o mesmo, o que corrobora, tais questões, para a ratificação do caso in tela.

E Freud não diz nada?

Na verdade, bem mais que se possa imaginar. Quando Malafaia se enche num sentimento agressivo, condenatório, ainda que tente justificá-lo em Efésios 5, 11. 13. Na verdade, ele está, segundo Freud, tendo uma formação de defesa do ego chamada de Formação Reativa, esse mecanismo substitui comportamentos e sentimentos que são diametralmente opostos ao desejo real. Trata-se de uma inversão clara e, em geral, inconsciente do verdadeiro desejo. Como outros mecanismos de defesa, as formações reativas são desenvolvidas, em primeiro lugar, na infância. As crianças, assim como incontáveis adultos, tornam-se conscientes da excitação sexual que não pode ser satisfeita, evocam consequentemente forças psíquicas opostas a fim de suprimirem efetivamente este desprazer. Para essa supressão elas costumam construir barreiras mentais contrárias ao verdadeiro sentimento sexual, como por exemplo, a repugnância, a vergonha e a moralidade.

Não só a ideia original é reprimida, mas qualquer vergonha ou autorreprovação que poderiam surgir ao admitir tais pensamentos em si próprios também são excluídas da consciência. Infelizmente, os efeitos colaterais da Formação Reativa podem prejudicar os relacionamentos sociais. As principais características reveladoras de Formação Reativa são seu excesso, sua rigidez e sua extravagância. O impulso, sendo negado, tem que ser cada vez mais ocultado.

Através da Formação Reativa, alguns pais são incapazes de admitir certo ressentimento em relação aos filhos, acabam interferindo exageradamente em suas vidas, sob o pretexto de estarem preocupados com seu bem-estar e segurança. Nesses casos a superproteção é, na verdade, uma forma de punição. O esposo pleno de raiva contra sua esposa pode manifestar sua Formação Reativa tratando-a com formalidade exagerada: "não é querida..." A Formação Reativa oculta partes da personalidade e restringe a capacidade de uma pessoa responder a eventos e, dessa forma, a personalidade pode tornar-se relativamente inflexível (fonte: PsiqWeb).

Assim, eu não temeria afirmar que, COM CERTEZA, Silas Malafaia tem sentimentos homoafetivos mal resolvidos em si, na sua estrutura psíquica.

E a questão da cassação no Conselho Regional de Psicologia?

O problema é bem mais sério do que o Malafaia tenta colocar. Na verdade, em um vídeo recente, ele tentou dizer, argumentar, que quando ele se manifesta contra os gays, ele o faz na condição de pastor, veja:



Contudo, sabemos que ele está se defendendo, inconscientemente, para garantir que seu troféu permaneça, o início do revanchismo aconteceu com esse curso. Tal curso é à base do reforço positivo de sua estrutura psíquica, seu revanchismo. Entretanto, num outro vídeo, Silas se afirma psicólogo clínico, e na qualidade de psicólogo ele desfere contra os homossexuais suas frustrações no minuto 3’43’, veja:



Bem, a questão é a seguinte, só o fato de o Silas ser inscrito no CRP/RJ ele não poderia ter participado dessa audiência pública para falar contra a homossexualidade, mediante o disposto da resolução do Conselho Federal de Psicologia N° 001/99 DE 22 DE MARÇO DE 1999, que estabelece normas de atuação para os psicólogos em relação à questão da Orientação Sexual",no art. 4º, in verbis:

Os psicólogos não se pronunciarão, nem participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica.

E quando ele fala de sua formação profissional, como psicólogo, inclusive em suas pregações na igreja, ainda que não esteja clinicando, ele está fazendo uso do seu CRP/RJ e, portanto, está vinculado a esse, assim, nas suas homilias, que levanta o status de sua formação profissional: PSICÓLOGO, ele afronta o código de ética nos seguintes artigos:

  • Nos princípios fundamentais, item II, III.
  • Das responsabilidades dos psicólogos art. 2º, “a”, “b”, art. 19.
O Conselho fez bem em reavaliar a conduta do profissional Silas Lima Malafaia. Agora fica a questão, quem é Silas Malafaia, e o que está por trás de seu discurso?

Comentários

  1. Vi parte do seu texto na coluna da veja[Lauro Jardim], (depois acabei entrando no blog).Sou evangélico, Batista. Confesso que não consigo nutrir muita simpatia pelo Pr. Silas,penso tbm que a maioria das lideranças (ditas "evangélicas")no Brasil, não tem conhecimento cientifico e religioso (na questão da homossexualidade).Tenho que confessar, há sim muito preconceito no meio evangélico brasileiro nesta questão, como há tbm mta intolerância (na minha opinião), de lideranças de grupos GLBT em relação à igrejas, (que na maioria das vezes fazem críticas a determinado credo, mas são totalmente despreparados para um debate mais construtivo. Em relação ao seu post (tive a curiosidade de ler por completo), vejo que tem formação especifica na psicologia, onde vc faz várias referências. Entretanto no seu texto não há um resquício se quer de preconceito, qdo vc descreve Silas Malafaia? As vezes combatemos um "inimigo", usando sua arma. Pra finalizar gostei de algumas partes do post, (ñ concordo c/ tudo).Ah! achei interessante tbm o titulo do blog (novidade pra mim, não sabia que existia essa comunidade). Espero não ter ofendido ninguém pelo meu comentário. Abraços,Moisés.

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  2. Olá,
    Li e achei interessante e bem fundamentadas muitas das suas colocações, as quais a bem da verdade qualquer pessoa de bom senso deve reconhecer. No entanto essa mesma verdade e bom senso nos arrasta de forma inexorável para a conclusão (e aí lamentei)que seu texto gradativamente passa a exalar o mesmo odor que condena na pessoa em questão. Assim, pesaroso e decepcionado concluo que a persistir esse quadro estaremos perdendo uma grande oportunidade de encontrarmos uma via de consenso, o que, seria uma lástima.

    Ha..., ia esquecendo: sou evangélico, reconheço nossas limitações, e as virtudes de pessoas que pensam como você, embora não concorde com tudo. Conte com minhas orações. Um abraço!

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  3. Luís Fernando, eu entendo o pesar, e sei que às vezes o diálogo é o caminho a ser percorrido. Entretanto, o diálogo só existe quando duas pessoas estão dispostas ao mesmo. O que infelizmente não é o caso da pessoa em questão que, assumidamente, se coloca na mídia como o maior entrave e combatente dos homossexuais no Brasil.

    Nesse aspecto, stricto senso, ninguém sob ataque é obrigado a ficar neutro. A constituição garante o direito de resposta, o direito penal a reparação do ofendido, assim como o direito civil, ainda há o instituto da legítima defesa, ou seja, sob ataque aquele que se cala perde o direito, uma vez que esse não socorre aos que dormem, e uma mentira contata reiteradamente se torna uma verdade incontestável.

    Dessa feita, já diza Ihering: "O objetivo do direito é a paz, a luta é o meio de consegui-la", ainda "...Todo aquele que ao ver seu direito torpemente desprezado e pisoteado, não sente em jogo apenas o objeto desse direito, mas também a sua própria pessoa, aquele que numa situação dessas não se sente impelido a afirmar assim mesmo e ao seu bom direito, será um caso perdido(...)Quem se transforma num verme não pode se queixar de ser pisado aos pés dos outros".

    Desta feita, se alguém quer violar direito alheio, pensando que se trata de ovelhas, indo ao matadouro, engana-se, o nosso objetivo, sim, é a paz, mas às vezes a luta é apodítica!

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  4. Silas Malafaia é um Pastor evangélico e como Pastor, pensa e fala como Pastor. Lógico que para se formar psicólogo, mesmo discordando fez a faculdade de psicologia como manda o figurino. Não sei porque tanto barulho em torno de ponto de vista fundamentada dentro da religião. Nós como católicos, sabemos muito bem como a igreja e a sua santidade o Papa, pensa e fala sobre esta questão.

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    1. Independente da religião de quem quer que seja, a liberdade religiosa, de se expressar uma fé, não dá ao cidadão o direito de invadir a pessoalidade, a intimidade do outro. Quem dirá, então, da honra, da moralidade.

      Não importa a religião, ele não tem o direito de fazer o que faz e nós vamos lutar por nossos direitos até o fim!

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    1. Bem, sugiro que você leia o estudo desse blog, emrelação essa passagem de Romanos 1. 18-32: http://gospelgay.blogspot.com.br/2008/07/romanos-118-32.html

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    1. Bem, se você leu e reafirmou suas convicções e não apontou as bases para reafirmá-las, contestando a exegese feita, sinto muito, mas você não passa de um fanático religioso... Estou respondendo, aqui, mas vou apagar seu post, pois ele é ofensivo sim, quer debater, traga a razão da sua convicção, não apenas a sua opinião, pois eu também tenho as minhas!

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  7. Vocês se dizem cristãos. Mas a única coisa que querem é uma autorização para pecar. Como o Sr Silas Malafaia diz que o COMPORTAMENTO homossexual é errado, é vítima do preconceito e calúnias de pessoas intolerantes que querem impor o homossexualismo pela garganta abaixo da sociedade.
    Isso é absurdo!!!! Como posso ser criminalizada por não concordar com uma prática???
    A desculpa usada por essa parcela da sociedade é que o discurso inflamado de pessoas como o Sr Silas influencia a violência contra homossexuais. Se fosse assim, grande parte dos crimes contra homossexuais deveriam ser cometidos por evangélicos e da igreja do Sr Silas. Esses são os que "sofrem" maior carga dos discursos desse senhor. Porém a grande maioria dos crimes contra homossexuais são cometidos por outros homossexuais!!!! Vocês apenas querem ouvir o que agrada seus ouvidos!! Querem autorização legal para criticar todos e não serem criticados!!! E ainda tem a coragem de se dizerem CRISTÃOS!!!! Ser CRISTÃO é se parecer com Jesus: Vencer seu desejo, vencer o pecado, e não dar vazão à carne e ao pecado!!! Vão ler a bíblia e se converter, gente!!! Jesus está voltando!!!

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    1. Não nos dizemos cristãos, somos cristãos, é bem diferente... Entretanto, sua alegação, espúria,em que só queremos autorização para pecar, é uma alegação nonsense, até mesmo, biblicamente falando, todo homem já nasceu pecador, ele não precisa de autorização, pois ele já é: "Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus". Rm 3,23 Todo ser humano já nasce em pecado. Nasce com a natureza pecaminosa, não precisa ser autorizado para tanto.

      Agora, Malafaia, como você, dizem que a homossexualidade é um pecado mas não provam que ela seja... Não sustentam o argumento, apenas dizem por preconceito, e nesse aspecto o fazem sem AUTORIZAÇÃO MESMO. Afinal, dizer de calúnia é conveniente, mas intrometer-se no DIREITO PERSONALÍSSIMO DO SUJEITO é vedado pela Constituição da República e vocês a ignoram para continuar difundindo o ódio e o rancor que sustentam a fé neurótica e, às vezes, psicótica em que cultivam dentro desses templos de loucos.

      Respondendo sua pergunta em como pode ser você criminalizada por não concordar com uma prática, vá lá no código penal e veja os ARTIGOS 139 E 140 e tire suas próprias conclusões.

      Bem, não vejo aqui nenhum homossexual me agredindo, mas vejo você aqui, tentando desferir seu ódio, seu rancor, sua iria contra os gays.

      Entretanto, sua alegação em que são os membros da igreja do malafaia que sofrem maior descarga de merda não procede, afinal, malafaia usa do expediente da homofobia tácita e insufla a sociedade como um todo, e não somente a parcela de sua igreja... E me parece que você não tem muito acesso aos boletins de ocorrência envolvendo vítimas de homofobia! Pasme, a maioria dos gays são atacados por evangélicos e dentro de suas próprias casa.

      Agora, não preciso de uma histérica, homofóbica vindo aqui querendo me dar lição de como ser cristão, afinal, o seu cristianismo é diferente do meu. Meu Jesus é amor, sendo ele Deus, o seu é esse monte de nojo hipócrita, rancoroso e raivoso, então, vá querer ensinar quem te conhece e te compra a ser qualquer coisa, pois dispenso seu bafo fétido!

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