Sessão pipoca: Do começo ao fim




Fiz uma sessão pipoca lá em casa, e convidei o Dan, o Loren e a Luiza, ao fim do filme, atônita, a me olhar na espera de alguma reprovação, ou censura, Luiza inicia esse diálogo com os seguintes dizeres: “nossa, nem sei o que falar!”, enquanto Loren e Dan tinham ido ao supermercado comprar mais cervejas:

- Eu gostei do filme, achei lindo! Fez-me lembrar de quando tinha 13 anos...

- Gostou, como assim, Renato?

- Bem, Luiza, quando eu tinha 13 anos, Henrique, da mesma idade, seu irmão de 09 e eu tínhamos o costume de fazer. Sei lá, nós brincávamos, transávamos (coisas de crianças) e, para ser sincero, acho que à noite, no quarto, Henrique e seu irmão também faziam...

- Não acredito que você me diz uma coisa dessas, achando ser natural?

- Ah, Luiza, mas nem foi o único caso esse... Três anos depois, na piscina do clube, vi o irmão do Felipe relando a bunda no pau dele. Depois o próprio Igor confessou que gostava que o irmão enfiasse o pau no cu dele, pois era quentinho, ele devia ter à época 13 anos, o Igor, Felipe tinha 16 também.

- Minha Nossa Senhora! A cada dia que eu passo com você, convenço-me que, de muito estudar, você não é mais normal! Pelo menos não diz coisas que  as pessoas, em sua maioria, acreditam ou tenham como ética, ou, ainda, mostrar-se-iam indignadas.

- Bem, mas não foi de tanto estudar, Luiza, foi na total falta disso, nas horas do lazer, brincando de pique esconde, ou na piscina do clube, o restante foi a constatação nua e crua da realidade.

- Renato, a psicologia não te fez bem!

- Com ela ou sem ela, eu gostei do filme e achei exatamente romântico, no ponto.

- Renato, vamos mudar de assunto?

- Por mim tudo bem!

E você, o que achou do filme? 





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